Neste episódio de Pense Comigo com Bia Lobo tratamos dos seguintes tópicos:

Para crianças:

  • Problema reconhecido mundialmente
  • Então não há mais que se discutir se é ou não algo prejudicial ao ser humano, em especial às crianças, mas entender por que os pais permitem!
  • Alguém tem que ter a coragem de dizer a verdade porque só aviso de perigo não tem adiantado
  • Responsabilidade indelegável
  • Os dias de hoje e a permissividade
  • A omissão, o medo, a preguiça, a ostentação e a babá
  • Falta de autoridade, falta de coragem e falta de amor
  • Não magoar? Não enfrentar? Passar a mão da cabeça: imediatismo com graves consequências
  • A mesma falta de limite chega às escolas que também são omissão com medo das consequências e da perda de alunos
  • Quando deixam as crianças com os avós o risco é o mesmo somado com a dificuldade digital
  • O exemplo de meu filho que ficou sem tv e foi para a música
  • Mas, e se houver uma outra razão que interfere nessa dificuldade dos pais em limitar as telas dos filhos: a dificuldade em limitar a sua própria tela!

Para adultos:

  • Tanta eficiência não é suficiente para substituir o que é humano.
  • A disponibilidade permanente atrapalha relações sentimentais e de trabalho.
  • Achar que alguém te influencia porque tem dinheiro, mas é ignorante?
  • Quem sustenta uma conversa olhos nos olhos por uma noite?
  • Quando foi a última vez que você saiu sem usar tela com seu cônjuge ou sua família?
  • Não troque o peso real da vida pela covardia confortável de um clique.
  • Conceito de vitimismo
  • Diferença entre vítima real e adoção do vitimismo
  • Exemplos de vitimismo
  • Razões do vitimismo: cuidados que devemos que ter como pais, professores e na sociedade em geral
    • Aprendizado familiar ou social
    • Necessidade de proteção emocional
    • Dificuldade em lidar com frustração
    • Ganhos secundários
    • Experiências reais de sofrimento
  • Como o vitimismo costuma aparecer?
    • Alguns sinais frequentes
  • O vitimismo oportunista: o que é e como funciona
  • E qual seria o oposto saudável?
  • Na prática clínica, muitas vezes o trabalho terapêutico envolve ajudar a pessoa a sair da posição de impotência para uma posição de autoria da própria vida.